segunda-feira, 22 de julho de 2013

PROVA FINAL DE ÉPOCA: PIQUENIQUE!

"O bem estar na vida obtém-se com o aperfeiçoamento da convivência entre os homens." 
Fonte : Moisés Maimonides

Um excelente grupo de convívio e de amizade... uma família!

Hoje a crónica desvia-se das típicas corridas e dos habituais procedimentos que a participação numa prova exige. 
Em final de época desportiva do grupo,  a ideia de realizar um piquenique, com todos os elementos e familiares dos mesmos, ganhou vida. 
O destino escolhido para usufruir de um dia de puro lazer e convívio foi o parque de merendas de Fiães de Cima, Codeçoso (Celorico de Basto). Um local não muito distante de Amarante, muito aprazível, onde se transpira natureza. Um outro fator positivo a acrescentar é a existência das piscinas municipais, para delicia dos miúdos e graúdos. 
Chegámos relativamente cedo para ter a certeza que ainda teríamos mesas disponíveis. A temperatura pedia os casacos vestidos. Das malas dos carros começaram a ser retirados os sacos com apetrechos e utensílios para piquenicar, as malas térmicas com a fruta e as bebidas frescas, as mantas para fazer uma sesta ou, simplesmente, descansar. O carvão, lenha e o respetivo grelhador também fizeram parte deste reportório. 
Apoderamo-nos das mesas livres e, rapidamente, estavam ocupadas com os inúmeros sacos transportados até ali. 
O Fernando e o seu presunto!
A primeira iguaria a ser saboreada foi um excelente presunto que o Fernando Cerqueira levou. Os sacos do pão fresco depressa se abriram para acompanhar este petisco.
O momento de descontração seguinte foi o jogo da malha. Para alguns, como o Cândido, o Cardoso e o Jaime, um jogo habitual, para outros, como eu, o Davide, o Osvaldo, o Jorge Oliveira, um menos comum. Fiz questão de fazer parte destes jogadores para lançar a malha. Apesar da pouca técnica e experiência a verdade é que me desenrasquei bem. Foi muito divertido e deu para treinar a pontaria e a força. 
De relance, vi as crianças. Corriam, brincavam no parque de diversões, passeavam e exploravam o local. Estavam entregues à sua curiosidade e vontade!
Limpar a suadela...
Entretanto, já o Macedo, o Cândido, o Fernando e o Jorge estavam a preparar o grelhador para começar a grelhar as carnes que cada um trouxe, devidamente temperadas. 
A suadela foi aqui... a fazer os grelhados!
Uns ajudavam a virar as carnes, outros a retirar as já preparadas, e outros ainda em amena cavaqueira. 
Ainda a começar!
Grelhados feitos, hora do repasto. Distribuimo-nos por 3 imensas mesas e substituímos o típico almoço de domingo por uma refeição ao ar livre, rodeados de amigos, conhecidos e familiares. 
O Miguel também já faz parte!
Hora das sobremesas: todos tinham de provar de cada uma. Desde o meu bolo de chocolate, ao bolo de nozes da Maria José (esposa do Macedo), até à tarte de maçã e bolo de amêndoas do Cardoso. O bolo de laranja da esposa do Cândido também fez parte da lista. Os quadrados de chocolate servidos pelo Jorge Cerqueira, desapareceram num ápice. O problema era mesmo descobrir qual deles o melhor. O melão, a melancia, as uvas e maçãs refrescaram os nossos estômagos já bem aconchegados. 
A boa disposição e a descontração reinava no imenso grupo. Alguns familiares dos colegas não eram conhecidos, mas o convívio e o ambiente de lazer facilitaram o contacto e a empatia. 
Hora do café

Com a existência de um pequeno bar à entrada das piscinas e do parque, foi chegada a hora de esticar as pernas até este e saborear um magnífico café. Coincidentemente, conheci dois colegas de profissão através do Miguel. O diálogo recaiu sobre os temas que nós, professores, mais falamos; as escolas, os colegas, os alunos, o sistema e a perspetiva de um futuro pouco risonho para a nossa classe. Contudo, o meio envolvente, não permitia a intromissão de preocupações. Ditava sim para o dia ser aproveitado... e foi!
Café tomado e alguns miúdos queriam ir até a piscina. Outros ficaram a jogar cartas. Os jovens a conversar, alguns colegas foram jogar novamente à malha. As mulheres conversavam e eu decidi combater a moleza, que se estava apoderar de mim, a jogar raquetes. Além disso precisava estar ocupada para esquecer uma dor nas costas que impedia de me manter direita. 
Corri e... acertei!

Dores à parte, e, depois de umas boas jogadas, fui até à piscina com o meu filho. Juntei-me à Paula e à Clara. E como a água, no verão, rima com... crianças, foi uma alegria vê-las a mergulhar e a nadar! Mais um ótimo momento de diversão e descontração!
O relógio acusava a hora do lanche. Lentamente, o grupo aglomerou-se para mais um manjar. 
Nesta altura o Jaime lembrou-se de algo gracioso: pediu-me para escrever uma quadra para que todos pudessem cantar. Registei e, só os mais audazes é que cantaram, os restantes assistiam e repetiam apenas uma pequena parte do refrão... que era a mais relevante :)!
O festim continuou por mais algum tempo, regado de boa disposição e contentamento.
Parece, mas não estou a dançar!
Em forma de conclusão, foi um dia extremamente bem passado, tendo como palco principal a natureza e como protagonistas todos os elementos presentes. Foi idílico ver e sentir a sintonia entre todos, a cordialidade e a partilha. O ambiente salutar vivido mesmo entre os menos conhecidos, as brincadeiras dos mais conhecidos, as risadas, as piadas, toda e qualquer ação era descontração no seu sentido puro. 
Um dia memorável e com votos que seja o primeiro de muitos idênticos, no futuro.
A todos que estiveram presentes neste magnífico piquenique, um bem haja por tudo!

" O piquenique é a triplíce fusão das algibeiras, dos estômagos e dos corações." - Machado de Assis





VIDEOS ( os momentos em que o Jaime se lembrou de umas musiquinhas!)






segunda-feira, 8 de julho de 2013

XXV G.P. de S. Pedro, na Póvoa de Varzim

Póvoa de Varzim, 7 de julho. 35 graus às 10.30 da manhã. Um dia particularmente quente. Contudo, as altas temperaturas não impediram centenas de atletas de participar em mais uma edição do Grande Prémio de S. Pedro, na Póvoa do Varzim.

Esta prova já faz parte do calendário do grupo de atletismo da A.D.A., daí ser impensável a maioria não estar presente. Como chegamos cedo e não havia dorsais para levantar ( o Jorge Oliveira levantou-os na véspera!), fomos fazer o reconhecimento da zona de partida e, seguidamente, usufruir do tempo de espera numa magnifica esplanada, à beira mar.  Relaxamento total entre amigos e com um café gelado para saborear. 
Um grupo em grande!

Observamos as pessoas a dirigirem-se para a praia. O tempo convidava mesmo a isso. Por momentos imaginei o que pensariam elas, ao se aperceberem que, dali a algum tempo, centenas de atletas (entre eles, nós), iriam correr debaixo de um sol escaldante e com temperaturas elevadas. Pensariam que seríamos loucos? Que o calor nos tinha afetado o bom senso? Ou será que cogitavam que éramos uns seres corajosos, bravos, audaciosos ou mesmo, valentes por enfrentar estas condições climatéricas? Provavelmente pensariam tudo isto, ou então, ignoravam o evento e possuíam uma opinião neutra. Afinal não eram eles que iriam correr!
Desci à terra. Seguimos em direção ao parque de estacionamento. Estava na hora da malta se equipar. Começou a agradável confusão: sacos por um lado, calções para o outro, dorsais para colocar e muitos a pedir os alfinetes para os prender. Minutos depois estava tudo preparado para a foto da praxe!
É importante dizer que tentámos beber o máximo de água possível para não sentir de imediato, os efeitos do calor.
No percurso que nos levava à partida encontrei alguns atletas conhecidos, quer neste espaço, pela participação noutras provas ou mesmo pelo facebook.
Colocados na linha da partida, encontrei o meu amigo e grande atleta, Tomé Arteiro "pintado" de protetor solar. O Francisco também surgiu no meu campo de visão. Uma prova sem ver este amigo já não seria a mesma coisa! 
Tiro de partida dado debaixo de um sol descomunal. Segui com o Miguel e o Davide, com muita calma. O Davide avançou logo nos primeiros metros. Eu e o Miguel mantivemos um ritmo lento até ao 3º km. Aqui ele quis acelerar. Eu mantive o mesmo ritmo. Não queria entrar em euforias. O calor era imenso e tinha receio de sofrer com um esforço exagerado. Neste 3º km tivemos o ansiado ponto de abastecimento. Aquilo que pensaria ser alivio foi desilusão: a água estava quente!! Como o Francisco disse:"dava para fazer um ótimo chá!" 
Segui calmamente, mas o sol era colossal. Comecei a ver atletas a caminhar, mesmo antes dos 5 kms. Assustei-me um pouco. Será que eu estava mesmo bem? Aguentaria o percurso todo a correr ou também teria de caminhar? Continuei... orientei o pensamento para o banho no  mar que daria, após finalizar. Numa parte do percurso deu para ver alguns colegas. Reparei que eles não estavam a dar o seu máximo, mas apenas o essencial para terminar bem. 
A água voltava a ser urgente. Esperava ver umas mangueiras para refrescar os participantes, mas não apareceram. O segundo abastecimento foi ao 7º km. Mais uma vez... água quente. Deceção total. Optei por levar uma garrafa comigo para ir humedecendo a boca. Continuei num ritmo calmo e não ousei sair da minha zona de conforto.
O que te esperava!
 À medida que me aproximava do final, tinha a sensação que estava numa caminhada. O número de atletas a caminhar tinha aumentado imenso. Uma atitude sensata perante este dia tão particular.
Cortei a meta sem pressas e sem percalços. Respiração normalizada mas com muita sede. Mais uma vez fui brindada com água quente. 
Vi o Miguel e o Jorge do outro lado. Perguntei pelo Davide assim que os alcancei. Ainda não tinha chegado. Esperamos por ele e foi chegado o momento que mais ansiava: banho no mar!
Sapatilhas tiradas, tshirts fora e entramos na água. A temperatura desta estava muito agradável,  uma sensação de relaxamento total invadiu-me. Simplesmente sensacional. 
Para nosso espanto, vimos alguns colegas do grupo a encaminharem-se também para a praia, quando nos dirigíamos para a carrinha. Nem é preciso dizer que voltamos ao segundo banho! Magnífica recompensa após a enorme provação que passamos!
Aspetos negativos da organização e das entidades policiais:
Como já era previsto elevadas temperaturas para este domingo, a organização colocou mais um posto de abastecimento numa prova de 10 km. Em vez dos típicos 2 colocaram 3 abastecimentos. Até aqui estiveram bem! O problema surgiu na localização destes postos. Com tantas sombras ao longo do percurso, colocaram-nos ao sol. Uma empresa como a Runporto não devia falhar aqui. Se, logisticamente, não era possível deslocar estes postos, podiam utilizar guarda sóis, por exemplo. O valor que é pago por cada inscrição exige um maior empenho e meios para facilitar a vida aos atletas. 
Um outro aspeto importante a salientar foi a abertura ao trânsito numa das ruas onde ainda decorria a prova.   Uma grande inconsciência por parte da entidade responsável por este setor. Tivemos de correr com os carros a circular e fomos obrigados a abrandar para alguns passarem. Algo incompreensível para uma cidade que recebe esta prova há 25 anos. 
São falhas que devem ser repensadas para melhorar em futuras edições, com fatores adversos como os deste dia. 
Apesar destas contrariedades, a prova realizou-se e os atletas chegaram ao fim, a correr ou a caminhar. Bem ou menos bem, mas foram todos muito corajosos. 


  • Aos meus parceiros do grupo:  Davide, Miguel, Jorge Oliveira, Jorge Cerqueira, Paulo Vasconcelos, Paula, Osvaldo, Macedo, Álvaro, Cardoso, Jaime e Veríssimo, sois valentes e guerreiros. Muitos parabéns!
  • Obrigada, Zacarias Arteiro, pelo incentivo e pelo reconhecimento que me deste! És mesmo irmão do teu irmão! 
  • Correia Orlando, muito prazer em "conhecer-te" pessoalmente! Obrigada pela receção quando terminei a prova!
  • Parabéns a mim por conseguir ouvir o meu corpo e seguir calmamente até à meta, sem sofrimento! Uma provação superada!
Mais uma corrida realizada e uma valente suadela conseguida! 
Até à próxima corrida, atletas!





sexta-feira, 28 de junho de 2013

Dia de... ADA /Atletismo na RTP

Na semana passada não descrevi o sucedido após o início das gravações.  A pequena reportagem foi exibida hoje (27/06), no programa da manhã da RTP, Praça da Alegria. 
Já decorriam 13 minutos da última parte quando aparecemos no ecrã. Tal como mencionei no post sobre a gravação, falar para uma câmara de filmar não é propriamente falar entre amigos. No entanto, a mensagem passou! O rescaldo foi bastante positivo, quer pelas intervenções quer pela oportunidade em divulgar Amarante em várias dimensões. Particularizo o desporto veiculado pela nossa associação, A.D. Amarante e o crescente dinamismo que tem vindo a empreender nas várias modalidades. 

Para nós, os veteranos da estrada, os que correm pela cidade no inverno, de manhã cedo no verão, ao fim da tarde nas ruas mais frescas, com trinta e muitos, quarenta e tantos e cinquenta e tais anos de idade,    foi gratificante podermos ser divulgados nesta reportagem. Levamos Amarante a todas as provas que participamos, em várias cidades do país. Muitos não sabem, mas quem palmilha o asfalto como nós, já nos conhece, sem nos conhecer. Somos Amarante e isso já é reconhecimento.

Aguardamos uma outra oportunidade com mais tempo de antena, sem procura de palavras certas e sem atropelos verbais.

Para visualizar é só clicar em Reportagem. (Aparecemos ao minuto 13 da última parte)

Treino para a foto!



segunda-feira, 24 de junho de 2013

2ª Corrida Solidária Bosch - Aveiro


A equipa maravilha em Aveiro (Davide Pinheiro,
Paulo Gomes, Elisabete Ribeiro, Miguel Queirós,
 Jaime Pereira,  Osvaldo  Teixeira)
A Corrida Solidária Bosch realizou a sua segunda edição, este sábado, dia 22 de junho, na cidade de Aveiro. 
A ideia de participar nesta prova surgiu do Davide Pinheiro, pelo facto de, nesta mesma cidade, residir o seu grande amigo, Paulo Gomes. Este também a dar provas de bom atleta em corridas de estrada. Após falar com os elementos do grupo, apenas o Jaime, o Osvaldo e o Miguel alinharam em participar. Fomos assim os 5 elementos a representar as cores da A. D. Amarante em Aveiro.
À hora marcada arrancamos rumo a Ílhavo, local do levantamento dos dorsais. Uma viagem que decorreu com muita conversa e diversão  à mistura. Dorsais na mão, seguimos para o local de chegada, junto à Universidade de Aveiro. Aqui, juntou-se ao grupo o anfitrião, Paulo Gomes. Seguimos para o autocarro que nos levaria ao ponto de partida, em Ílhavo. 
O ambiente já emanava ansiedade. A maior parte dos participantes envergava a camisola oficial da prova. Uns faziam o primeiro aquecimento, outros apenas conversavam enquanto alguns usufruíam das massagens pré prova. Foi o caso do Jaime que, não se fazendo rogado, aproveitou esta comodidade. 
Entre conversas e risadas aproximava-se a hora da partida. Após o aquecimento encaminhamo-nos para o pórtico. 
18h da tarde e o tiro soou. Os cerca de meio milhar de atletas arrancaram. Seguimos juntos à exceção do Jaime e do Osvaldo. Estes tratam o asfalto por "tu". O Miguel isolou-se. Eu, o Davide e o Paulo tentamos estar sempre juntos. Não foi fácil pois cada um tem um ritmo próprio. O Paulo tinha intenção que os nossos tempos melhorassem, e tentou praticamente todo o percurso. No entanto, há fatores que nem sempre estão de feição para conseguir esse intento. Neste caso, o vento e a hora da prova não foram muito simpáticos. 
O percurso era, basicamente plano, com duas ascensões nos últimos 2 quilómetros, que exigiam alguma concentração e gestão de esforço. Nesta altura alcançamos o Miguel que ia mal do joelho. Pedi ao Paulo para seguir. Fiz companhia ao Miguel até à meta. Uma reta final em grande. 
O Jaime foi ao encontro do Davide e acompanhou-o nos últimos metros. Um grande incentivo, uma enorme ajuda e uma injeção de força para que o Davide terminasse de forma excelente. 
Prova finalizada foi tempo de recolher aos carros para trocar de roupa. O vento era frio e a temperatura começava a descer. Tirada a foto de prova realizada, a equipa de atletas foi jantar. Um jantar descontraído, divertido onde o convívio e a amizade também fizeram parte da ementa. 
Uma tarde diferente, muito bem passada em magnifica companhia, a praticar desporto, mas, acima de tudo, a conviver.

Prova terminada, medalha ao peito!
  • Obrigada, Paulo Gomes, por nos receberes na tua cidade e pelo teu altruísmo em que os nossos tempos melhorassem, em detrimento do teu.
  • Jaime Pereira, um obrigada pela sua excelente companhia, pela sua amizade e pela sua camaradagem.
  • As melhoras rápidas para o Miguel, que mesmo a sofrer, não desistiu. Não foi tempo canhão... mas andou lá perto! :)
  • Ao Osvaldo, parabéns pela tua ótima participação nesta prova!
  • Davide Pinheiro, és guerreiro sempre! Parabéns!
  • Para mim, apenas me felicito por ter terminado mais uma prova, em 7º lugar no meu escalão e por estar a representar, nesta corrida, o site do qual também sou colaboradora "aminhacorrida" e com muito orgulho. Obrigada, Carlos Lopes!
 Próxima corrida: XXV G.P. de S. Pedro na Póvoa de Varzim!
Boas corridas... e suadelas!



                                                                 FOTOS

Jaime  tranquilo!

O Paulo quase a chegar!

Em grande... mas desfocados!

sábado, 22 de junho de 2013

Reportagem relâmpago

Hoje a resenha não se reporta a uma prova realizada, mas a uma ocorrência de relevo para o nosso grupo de atletismo bem como para a nossa Associação Desportiva de Amarante.
Excelente combinação: A.D.A /atletismo/ RTP
Esmiuçando: Hélder Ferreira chegou ao treino, no dia 18, e informou-nos de um desafio: a equipa da RTP estaria em Amarante, durante o dia 20 de junho, para fazer uma reportagem ao evento "2ª  Feira à Moda Antiga". Como pretendiam enriquecer e estadia na cidade, propuseram fazer mais duas reportagens sobre o empreendedorismo (Quinta da Pousadela, em Ôlo) e o associativismo ( o Hélder sugeriu, e muito bem,  a Associação Desportiva de Amarante/ atletismo).
António Mendes, António Pinto e
Paulo Vasconcelos
Atletas representantes de outras
 modalidades da A.D.A.
O grupo ficou entusiasmado e alinhou no desafio, achando pertinente virem todos equipados a rigor. Confesso que fiquei eufórica. Seria uma ótima oportunidade para divulgar o nosso grupo e a nossa associação. 
O Hélder informou-me que um representante da RTP iria entrar em contacto comigo para comunicar o que era realmente pretendido para o tempo que teríamos de antena. 
Não larguei o telemóvel, mesmo estando em reunião. Só me contactaram ao final da tarde. Além dos atletas do atletismo pretendiam que estivesse, pelo menos, um representante das modalidades realizadas na Associação e, obviamente, o nosso presidente. Dadas as diretrizes, tentei imediatamente falar com o presidente da A.D.A., António Daniel Mendes. Feito o contacto informei-o da situação e, apesar da corrida contra o tempo, foi conseguido agregar alguns atletas.
Com Jaime Pereira, à espera da equipa!
Descontração na espera!
A reportagem estava agendada para as 17h do dia 20, no Complexo Desportivo da Costa Grande, e consistia num falso direto de apenas 5 minutos. 
Com um atraso significativo devido a alguns contratempos, a equipa chegou. Dirigi-me ao apresentador de serviço, Hélder Reis. Apesar de contrafeito pelo atraso, a simpatia e a simplicidade estiveram sempre presentes. 
 Após um curto diálogo sobre a temática, as pessoas a intervir, a organização do grupo e a sequencialização das ações, demos ínicio às gravações.
Não as irei descrever. Dia 27 de junho passarão no programa da manhã "Praça da Alegria", na RTP, para quem puder assistir.
O que posso dizer é que falar com uma câmara de filmar apontada para nós é, em simultâneo, um desafio e nervosismo de primeira ordem. O primeiro instante é nervosismo... as palavras atropelam-se na mente e nem sempre saem as desejadas. Depois é desafio!
Foram 5 minutos a nós destinados. Pouco tempo para muito que havia a dizer, mas um tempo de ouro para o grupo, para a A.D. Amarante e para a cidade.


  • Quero agradecer, em nome do grupo e em nome da Associação, ao Hélder Ferreira por nos indicar como tema de desenvolvimento à reportagem pretendida.
  • Obrigada a todos os elementos do grupo por me confiar esta responsabilidade.
  • Aproveito também para me desculpar na eventualidade de ter falhado em algo. 




domingo, 16 de junho de 2013

Corrida de S. João 2013




A emblemática Corrida de S. João, na cidade do Porto, realizou-se hoje, 16 de junho.
O dia apresentou-se excelente para correr. Temperatura amena, céu com alguns nuvens, e uma brisa suave vinda do mar compôs o quadro para mais uma manhã desportiva.
Desta vez o grupo foi mais numeroso. Quase todos os elementos estiveram presentes:
(Esq. para a dta) Osvaldo, Veríssimo, Álvaro, os dois irmãos Cardoso, eu, Fernando, Macedo, Jorge, Davide, Jorge Oliveira e, por fim, o padrinho deste blog, Jaime.

Como chegámos cedo à invicta, uma vez que não tivemos de levantar dorsais, pois o Davide fez o favor de o ter feito na sexta feira anterior, decidimos dar um passeio pela Av. Brasil, onde iria decorrer a prova. A organização ainda ultimava alguns pormenores. Aos poucos, os passeios e a zona pedonal daquela Avenida, avolumava-se de atletas. Encontrámos alguns amarantinos que também participariam na prova ( Tiago Lopes, Manuel Pinheiro, Filipe Coutinho, Flávio Nunes, Ismael Queirós)
Após um café para descontrair, seguimos até ao local da carrinha para nos equiparmos e à foto da praxe. 
A organização decidiu elaborar grupos de partida. Os atletas escolhiam o seu grupo mediante o tempo previsível para realizar a prova:
Grupo A - Menos de 1h00m
Grupo B - Entre 1h00m e 1h15m
Grupo C - Mais de 1h15m

Feito o devido controlo, posicionamo-nos nos devidos espaços até ao momento da partida.  Esta deu-se na Praceta do Molhe, pelas 10h da manhã.  Como eu, o Davide e o Renato estávamos no grupo C, seguimos juntos o 1º km. O Renato avançou e nós seguimos a um ritmo agradável.  Sentia-me bem, controlando-me para não entrar em euforias. Ao 7º km começo a sentir vontade em avançar mais um pouco. Assim o fiz. Aumentei ligeiramente o passo quando a maioria estava a abrandar. Este pormenor deu-me incentivou-me. A um quilómetro da meta, dois atletas juntaram-se a mim e fizeram com que eu  aumentasse mais o ritmo, fazendo uso das energias que tinha reservadas para esta fase. Terminei em força e em boa companhia... para não fugir à regra! :)
Finalizada a prova, foi tempo de recuperar e receber a minha recompensa. 
A recompensa merecida!
Encaminhei-me para junto dos meus colegas. Questionei-os sobre o desempenho de cada um na prova e todos eles terminaram nos tempos que tinham previsto. Assim, o Jorge Oliveira e o Manuela Cardoso (Grupo A) terminaram abaixo da 1h. O Osvaldo, o Macedo, o Veríssimo, o Jaime e o Fernando (Grupo B) terminaram abaixo da 1h 15m. Elisabete Ribeiro :), Davide Pinheiro, Álvaro Cerqueira e Jorge Cerqueira (Grupo C) cumprimos, na perfeição, a incumbência de terminar a prova acima da 1h15m.

  • Parabéns, rapazes deste grupo, pela vossa excelente prestação. 
  • Parabéns a mim!
  • Um enorme beijo ao Francisco, que mais uma vez, se cruzou connosco e fez uma prova excelente!
  • Faço uma ressalva ao colega/amigo do Davide, o Renato, por ter melhorado o seu tempo em... 15 minutos, em relação ao ano passado, na mesma prova! Muitos parabéns!
  • Mais uma vez, felicito o Davide por ter conseguido atingir mais um objetivo!
  • Seguem os merecidos parabéns a TODOS os amarantinos que participaram nesta corrida com  magníficos resultados.
Se tudo correr como previsto, a próxima é já dia 22 de junho, em Ílhavo, 2ª Corrida da Bosch!
Até à próxima corrida!



Classificações

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Corrida da primavera em Esposende

Domingo, 9 de junho, dia de prova. Desta vez em Esposende. A corrida da primavera esperava por nós. Quando falo em nós refiro-me a apenas três elementos: eu, Davide Pinheiro e Miguel Queirós. 
Quando nos reunimos verificámos que o tempo iria estar ótimo para correr: fresco e sem sol. 
Após uma viagem divertida, chegámos a Esposende bastante cedo (9h). Fomos levantar os dorsais e fiquei admiradíssima por não existirem filas nem demoras. 
Os três magníficos
O Francisco também presente
O grupo duplicou :)
Demos um breve passeio pelo local da partida e chegada da prova, tomamos um café para despertar e, em seguida, fomos ao equipamento. Verificámos que, no mesmo estacionamento, estavam 2 colegas do meu grupo e mais alguns amarantinos. Coincidentemente, o meu amigo Francisco encontrou-nos e juntou-se aos bons. 
Feita a sessão fotográfica da praxe, seguimos para o aquecimento oficial, perto da partida.
Estamos a chegar a esse local, encontro a minha, até então, amiga virtual, Luísa Beleza. Sendo ela de Esposende seria imperdoável não a encontrar. Tal como esperava, é uma miúda alegre, bem-disposta, sempre sorridente e simpátiquíssima. 
Perto das 10h 25m dirigimo-nos para a partida. Olhei à volta, mas a moldura humana não se podia comparar com outras corridas organizadas pela Run Porto. Bem menos de 1000 os participantes na corrida. Na caminhada eram alguns, mas o tempo cinzento condenou a presença de mais aderentes.
Tal como combinado, o trio (Elisabete, Davide e Miguel) seguiu junto os primeiros quilómetros, após o tiro da partida. A temperatura tinha aumentado e a chuva cessado. O vento batia pelas costas, o ar estava pesado e o calor a aumentar. No retorno do 2º quilometro já se sentia o vento e o ritmo era mais agradável. O Miguel avançou e eu e o Davide mantive-mo-nos sempre juntos. O percurso era praticamente plano e bastante acessível. 
Ao 5º quilómetro comecei a sentir uma dor incómoda na zona abdominal, que me obrigou a abrandar o ritmo. A motivação caiu a pique. Senti as forças a abandonarem-me. O passo era mais lento e mais pesado. Estava com alguma dificuldade em recuperar. No 6º quilómetro estava a organização da prova a dar motivação e incentivo a todos os participantes. De repente, vejo o Francisco a correr para o micro (no sentido contrário ao meu) e a dizer "Força Elisabete"! Bem... aquele bonito gesto iluminou a minha alma! Senti-me a despertar e a tomar noção que sou mais forte que uma dor.  Senti as forças voltarem, concentrei-me e recuperei o ritmo. Reparei que tinha avançado alguns metros à frente do Davide, mas se abrandasse, naquele momento, perderia a concentração. A um quilómetro da meta ele colocou-se mesmo a meu lado. Senti-me aliviada por ele ter recuperado aqueles metros. Seguimos juntos e cortamos a meta, não no tempo que gostaríamos, mas num tempo denotador de progresso e esforço. 
Os medalhados... suados! :)
O Miguel acabou com um excelente tempo para quem fez uma prova de 10 km pela primeira vez e sem treinos (50 m). A partir do 5º quilómetro começou a sentir dores num joelho, obrigando-o a abrandar. Perante as circunstâncias, aguentou-se bem até à meta.
Foi uma prova muito simpática, muito bem organizada e com um cenário magnífico.
Mais uma manhã muito bem aproveitada, na companhia de amigos, nos encontros e reencontros de conhecidos deste agradável mundo das corridas.
  • Para ti, Luísa Beleza, um enorme beijo e obrigada pela força que me deste sempre que cruzaste comigo. Foi um prazer conhecer-te pessoalmente.
  • Miguel, seguem felicitações especiais pela excelente prova que realizaste e, apesar da dor sentida, acabaste e não desististe! Muitos Parabéns! Venha a próxima!
  • Mais uma vez, obrigada Davide, pela tua companhia e parabéns pela tua magnífica recuperação na parte final!
  • Um agradecimento muito especial para o Francisco, pelo simples gesto que me dedicou e que me ajudou imenso! 
  • Parabéns a todos os amarantinos que também participaram nesta prova, aos que estiveram a assistir (Eugénia Teixeira recupera rápido!) e ao Nuno Costa que ganhou o 3º lugar no pódio.
  • Quero também ressalvar o meu 4º lugar no meu escalão. ;)
Corrida feita, suadela sentida e medalha ao peito!
Após mais uma magnífica corrida e uma suadela, a próxima é no S. João, dia 16!