terça-feira, 24 de setembro de 2013

Correr em... Ancede, Baião

Mais uma grande pose dos "miúdos".
As mudanças é o que faz, deixam pouco tempo para que as notícias sobre a corridinha de ontem sejam atempadas. Mas já estou cá, às voltas com o teclado para mais uma curta crónica da, tipicamente conhecida, corrida da bengala.
Assim, 22 de setembro levou-nos até Ancede. Sim, essa prova mesmo! Os tais 5 kms a subir e os mesmos sempre a descer (o último é para chatear).
Ao nosso grupo normal de veteranos da A. D. Amarante, juntaram-se, novamente, os 4 atletas juvenis e iniciados da escola de Atletismo, António Pinto. Só lá faltou mesmo o António Pinto!
Os jovens promissores atletas da A.D.Amarante
Como nestes eventos o que se evidencia são as presenças e a representação de um grupo/associação, então nós cumprimos bem esse papel, não pelos resultados mas pela vontade, pelo prazer e pelo gosto de estar. 
Horinha da partida: Apesar do imenso vento, as temperaturas rondavam os 30 graus. Avizinhava-se uma prova difícil. É certo que ela de fácil tem pouco, mas isto são pontos de vista!
O aglomerado de atletas participantes não excedia as 3 dezenas e meia. Um número justificável devido à realização, no mesmo dia, da 1ª meia maratona de Guimarães. Por ser estreante, atraiu imensos atletas que, em circunstâncias normais, estariam a conquistar a bengalinha.
Prova iniciada e tempo de preparar o tratamento, da imensa subida, por "tu". Com algum esforço e alguma determinação lá se subiu os tão famosos 5 kms. Pena que a organização não tenha pensado que a rapaziada que fica um pouco mais atrás, também precise de água. A falta desta, no abastecimento normal, foi imperdoável. Por sorte, fiz-me acompanhar sempre por uma garrafinha de água, por prevenção. Acabou por ser ouro para mim e para a Sandra Moura, do Atlético da Póvoa, que se mantinha a meu lado. 
Resolvi acompanhá-la e auxiliá-la nas pequenas quebras. Foi fantástico tê-la como companhia, e conseguir chegar juntas na reta final, assim...
Apenas para apreciar!
São estes momentos que tornam uma prova interessante. Aqui todos se conhecem pela presença e o nome acaba por ser acessório. Só após cortar a meta é que me lembrei de perguntar o nome. Até ali o que importava era o companheirismo e o espírito de entreajuda. Não houve competição, houve emoção!
As duas "elites"
De bengalas em punho, cada uma seguiu o seu caminho, após o registo para a posteridade. 
Fui ao encontro dos meus colegas de grupo e verifiquei que estavam todos descontraídos, com ar de missão cumprida e satisfeitos por mais uma bengala para a coleção.

Parabéns a todos nós, que lá estivemos a correr, a suar e a divertir. 
Obrigada, Sandra Moura, pela companhia e por não desistires. 
Agora, bons treinos e até à próxima "corrida e suadela"!
Done
Na meta, Davide Pinheiro
Álvaro Cerqueira

Carlos Macedo

Luís Cardoso



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