quarta-feira, 12 de setembro de 2018

2º PEN - Ecopista Guimarães/Fafe

Parque da cidade de Fafe
"Em meados dos anos 80 a antiga linha ferroviária que unia as cidades de Guimarães e Fafe foi desativada e transformada em ecopista. Em 1996, o Município de Fafe, abriu ao público a Pista de Fafe, com uma extensão de sete quilómetros, desde Fareja até Foz, estendendo-se por zonas predominantemente rurais. Em 1999, o Município de Guimarães completava o trajeto e inaugurava a Pista no concelho, fazendo a ligação entre a Fareja e a Devesa, na freguesia de Mesão Frio, com um percurso de cariz mais suburbano. A Ecopista Guimarães-Fafe vai desde a freguesia de Mesão Frio, a cerca de três quilómetros do centro de Guimarães até ao lugar de Foz, a cerca de um quilómetro do centro de Fafe. Ao longo de toda a sua extensão a ecopista é intersetada diversas vezes por cruzamentos com estradas principais e secundárias, proporcionando aos utilizadores múltiplos acessos de entrada e saída. É também ladeada por zonas arborizadas, que permite a quem nela circula."




Voltei a atrasar-me com o resumo. Sol, colocação, saídas e outros afins ausentaram-me do Blog. De hoje não podia passar.
27 de agosto o trio "desaparafusado" regressa às pedaladas para cumprir mais uma ecopista prevista no PEN (Plano de Ecovias a Norte). Desta vez escolhemos a pista que liga a cidade berço a Fafe. 
Início da pista, Guimarães

Kit completo de manutenção
Arrancamos a pedalar, de Vizela, por volta das 8h da manhã. Estava com um nervoso miudinho por ter de andar em estrada. Os carros ali mesmo ao lado, dobrar a atenção para o piso e mais ainda com a sinalização. O percurso Vizela/Guimarães deixou-me desassossegada, mesmo tendo o Flávio na frente e o Ramiro na retaguarda.
Afinar os parafusos
 Chegados ao inicio da ecopista, em Guimarães, relaxei mais um pouco. À medida que avançamos pude observar o Castelo de Guimarães, bem lá ao fundo. Passámos mesmo abaixo do teleférico da Penha. O panorama sobre a cidade era magnífico. Depressa constatei que parte desta via é urbana. Cautela no máximo. 
20 kms feitos desde Vizela e já passamos a circular na pista, sem o movimento citadino. A manhã estava a aquecer. A conversa sempre animada, não fossem aqueles dois uns desaparafusados do catano. 
O trajeto até Fafe é fluido, rápido e belo.
teleférico


Castelo de Guimarães ao fundo
Com a chegada a Fafe, as interseções  com cruzamentos aumentaram o que nos obrigou a circular com mais precaução. Um ou outro incidente com dois automobilistas, mas chegamos ao fim da pista. Fizemos o devido registo no parque da cidade, com um fundo divinal.
Fim de linha... volver!


Momento de pausa. Um café e uma nata na pastelaria da esquina.(já não me recordo do nome). Repor energias para regressar ao caminho.
Pausa... sem kit-kat

No retorno o Sol já apertava um pouco. E se descemos até Fafe, agora era a subir. O Flávio aplicou um ritmo confortável e ligeiro, mas sem ter de ir a "lagartar". Segui na roda dele e o Ramiro ladeava-me para eu não ceder. A média do treino estava dentro do previsto, mesmo na condição de passeio.


Em Guimarães o "BOSS" quis fazer uma volta extra. Uma descida desvairada... para que a miúda aqui a subisse... e subi. :)
Parque de Vizela

Dali regressamos a Vizela. A façanha de pedalar na estrada entrava novamente em vigor... e a ansiedade também. Mas tudo correu bem. Na parte final ainda fomos dar umas voltinhas no circuito de btt do parque. Depois bem, depois foi sempre a subir até ao carro.
Oh treininho bommm! Mais uma manhã memorável, mais um trajeto percorrido, mais uma companhia inigualável e mais um registo para a posterioridade.
Imensamente grata ao Flávio e ao Ramiro por se disponibilizarem a acompanhar-me neste meu roteiro ciclístico e pelo incansável apoio nesta nova fase que me encontro.

Em breve nova "aventura". 






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